Reabilitação cardiopulmonar: por que a continuidade é essencial para manter os resultados? Os programas de reabilitação cardiopulmonar (RCP) representam um...

Ajudamos você a melhorar sua qualidade de vida, através de exercícios físicos monitorados por Fisioterapeutas.


Formado em Fisioterapia pela Universidade Feevale em 2004, tem experiência com pacientes críticos, atuando, desde 2009, na UTI do Grupo Hospitalar Conceição.
Formado em Fisioterapia pela Universidade Feevale em 2008, tem Mestrado em ciências Pneumológicas pela UFRGS em 2012 e Doutorado em Ciências Pneumológicas pela UFRGS em 2018. Atualmente é professor do curso de Fisioterapia na Universidade Feevale.
Formada em Fisioterapia pela Universidade Feevale em 2020, com experiência em pacientes críticos e pós operatórios. Atua no grupo Unimed Vale dos Sinos, Hospital Regina e atendimento domiciliar.
Fisioterapeuta pela Universidade Feevale em 2022, com Residência em Saúde Cardiovascular pelo Instituto de Cardiologia de Porto Alegre em 2025. Atua como fisioterapeuta em UTI adulto do Hospital S. Francisco de Assis, com experiência em cuidados intensivos e reabilitação cardiovascular.
Conte com profissionais apaixonados por reabilitação cardiorrespiratória e metabólica.
Reabilitação cardiopulmonar: por que a continuidade é essencial para manter os resultados? Os programas de reabilitação cardiopulmonar (RCP) representam um...
Você sabia que a respiração pode ser afetada após uma cirurgia cardíaca? A cirurgia cardíaca é um procedimento que salva...
Preciso de encaminhamento médico para fazer uma avaliação cardiorrespiratória? Uma dúvida comum entre pacientes que desejam iniciar um tratamento de...
É o somatório das atividades necessárias para garantir aos pacientes as melhores condições física, mental e social, de forma que eles consigam, PELO SEU PRÓPRIO ESFORÇO, reconquistar uma posição normal na comunidade e levar uma vida produtiva. Nosso trabalho na PULMOCORE é auxiliar a pessoa a conseguir atingir seus objetivos.
Direcionados para pessoas que tiveram infarto do miocárdio, quem tem insuficiência cardíaca (coração fraco), pré e pós-operatórios de trocas valvares, de cateterismos, de implante de stents (molinhas), de marca-passo, de transplante cardíaco, quem tem hipertensão arterial (pressão alta), e outras cardiopatias.
É um programa de tratamento indicado para pessoas que sofrem com doenças respiratórias crônicas, visando a melhora na habilidade de realização das atividades de vida diária, da qualidade de vida, da capacidade funcional de exercício, redução da ansiedade e da depressão, das crises respiratórias, da sensação de falta de ar, e da frequência e do tempo das internações hospitalares.
Pessoas que sofrem com falta de ar (dispneia) por asma, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), bronquite crônica e enfisema pulmonar, fibrose pulmonar, hipertensão pulmonar, fibrose cística, usuários de oxigênio domiciliar.
É um programa de exercícios que promove adaptações fisiológicas favoráveis à ação e à sensibilidade da insulina nos tecidos periféricos, principalmente o músculo esquelético.
Na avaliação, são coletados dados do histórico do paciente, tais como tabagismo (e outras drogas), sedentarismo, hábitos alimentares, doenças cardiovasculares, medicamentos e exames, e hábitos de vida.
Então, são avaliados os sinais vitais, como a frequência cardíaca, oxigenação do sangue e pressão arterial.
E testamos a força muscular de braços e pernas, a força muscular para respirar e a capacidade cardiorrespiratória. Na PULMOCORE, avaliamos o pico de fluxo expiratório, a pressão inspiratória máxima, a força de preensão palmar da mão dominante, a dinamometria do perna dominante, um teste de caminhada e/ou um teste de senta-e-levanta, e uma escala de percepção subjetiva de esforço.
Os pacientes que tiveram covid-19 podem apresentar vários comprometimentos como dispnéia, fraqueza muscular respiratória, sarcopenia periférica, intolerância aos esforços de vida diária e comprometimento da função pulmonar, na fase pós hospitalar. Prevenir sequelas, promover movimentos e tornar os pacientes funcionais, ou seja, que sejam capazes de retomar a sua rotina diária, são algumas das funções da reabilitação.
Em média, a duração é de 3 meses. Contudo, uma divisão rígida em fases temporais, pode não levar em consideração que existem pacientes mais graves, muito sintomáticos e debilitados, que permanecem por um prazo mais longo, pois continuam requerendo a supervisão direta dos exercícios físicos.
A reabilitação cardiovascular, tradicionalmente, é dividida em 4 fases temporais. A 1a. fase é intra-hospitalar. O nosso trabalho, aqui na PULMOCORE, entra em cena na fase 2 (após a alta hospitalar) e a duração média é de 3 meses. A fase 3 costuma ter duração de 3 a 6 meses, e a fase 4 (semi-supervisionada) tem duração de 1 ano.
A reabilitação cardiorrespiratória é uma ferramenta de baixo custo para a melhora da qualidade de vida e do status funcional do idoso, contribuindo para melhora das doenças crônicas cardíacas e pulmonares, dos níveis pressóricos, de glicose e de colesterol, reduzindo o cansaço e o risco de queda e de internações hospitalares, e ajudando nos aspectos cognitivos.
Existem evidências científicas de que os pacientes oncológicos que fazem exercícios físicos têm liberação de endorfina e de serotonina, e que reduzem a fadiga oncológica. O foco da reabilitação é preservar e restaurar a funcionalidade e os movimentos, prevenir e tratar distúrbios causados pelo tratamento do câncer em si, de acordo com as necessidades do paciente em cada estágio da doença.