Reabilitação Cardiorrespiratória para pessoas com problemas cardíacos ou pulmonares.

Ajudamos você a melhorar sua qualidade de vida, através de exercícios físicos monitorados por Fisioterapeutas.

Síndrome pós-Covid: o que é, quem está em risco e como a reabilitação pode ajudar

covid

Desde o início da pandemia em 2020, a infecção pelo coronavírus não apenas desafiou os sistemas de saúde do mundo todo, como também trouxe à tona uma nova condição médica: a síndrome pós-Covid. Mesmo após a recuperação clínica da fase aguda da doença, muitas pessoas continuam apresentando sintomas persistentes, que impactam significativamente sua qualidade de vida e capacidade funcional.

O que é a síndrome pós-Covid?

Segundo definição da Organização Mundial da Saúde (OMS), a síndrome pós-Covid, também conhecida como Covid longa, é caracterizada pela persistência de sintomas por mais de dois meses após a infecção pelo SARS-CoV-2, sem que haja explicação por outro diagnóstico.

Os sintomas podem afetar múltiplos sistemas do corpo e variam de pessoa para pessoa. Entre os mais comuns estão:

  • Fadiga extrema
  • Falta de ar (dispneia)
  • Dores musculares e articulares
  • Palpitações e dor no peito
  • Queda de desempenho físico
  • Ansiedade, depressão e alterações cognitivas (“névoa mental”)

Por que a síndrome pós-Covid é tão difícil de diagnosticar?

Muitos pacientes relatam sintomas mesmo após exames laboratoriais indicarem negatividade para o vírus. Isso ocorre porque os efeitos da Covid-19 podem ser prolongados, estando relacionados a processos inflamatórios sistêmicos e, em alguns casos, à persistência de material viral no organismo.

Essa condição tornou-se evidente com o aumento dos relatos de pacientes que, mesmo após a alta hospitalar ou cura clínica, permaneciam com limitações para realizar atividades cotidianas, como caminhar, subir escadas ou trabalhar.

Quem tem maior risco de desenvolver a síndrome pós-Covid?

Diversos fatores aumentam a probabilidade de desenvolver a síndrome, especialmente em pacientes com:

  • Doenças cardiovasculares

  • Doenças pulmonares crônicas

  • Obesidade

  • Hipertensão arterial

  • Diabetes tipo 2

  • Idade superior a 65 anos

Nesses casos, a Covid-19 pode causar perda de massa muscular, o que afeta diretamente a capacidade cardiopulmonar e funcional, aumentando o risco de dependência, quedas e limitação nas atividades de vida diária.

A importância da reabilitação após a Covid-19

A boa notícia é que a reabilitação cardiorrespiratória e metabólica tem se mostrado uma ferramenta essencial na recuperação desses pacientes. O objetivo principal é restaurar a funcionalidade, recuperar a força muscular e melhorar a autonomia, com impacto direto na qualidade de vida.

Os programas de reabilitação incluem:

  • Avaliação da capacidade funcional e respiratória

  • Exercícios aeróbicos e de fortalecimento muscular

  • Treinamento da musculatura respiratória

  • Monitoramento da resposta cardiovascular ao esforço

  • Acompanhamento psicológico e educacional, se necessário

Essa abordagem integrada contribui para reduzir a dependência, evitar internações e promover a retomada das atividades diárias com mais segurança.

Atendimento especializado em Novo Hamburgo

A PULMOCORE, localizada em Novo Hamburgo (RS), oferece programas completos de reabilitação para síndrome pós-Covid, com equipe especializada em fisioterapia cardiorrespiratória e acompanhamento individualizado.

Se você ou um familiar ainda sente os efeitos da Covid-19, mesmo após a fase aguda, agende uma avaliação conosco e dê o primeiro passo para recuperar sua saúde e autonomia.

📍 PULMOCORE – Reabilitação Pós-Covid em Novo Hamburgo – RS
📞 Informações e agendamentos: (51) 99113-9028

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Perguntas Frequentes (FAQ)

É o somatório das atividades necessárias para garantir aos pacientes as melhores condições física, mental e social, de forma que eles consigam, PELO SEU PRÓPRIO ESFORÇO, reconquistar uma posição normal na comunidade e levar uma vida produtiva. Nosso trabalho na PULMOCORE é auxiliar a pessoa a conseguir atingir seus objetivos.

Direcionados para pessoas que tiveram infarto do miocárdio, quem tem insuficiência cardíaca (coração fraco), pré e pós-operatórios de trocas valvares, de cateterismos, de implante de stents (molinhas), de marca-passo, de transplante cardíaco, quem tem hipertensão arterial (pressão alta), e outras cardiopatias.

É um programa de tratamento indicado para pessoas que sofrem com doenças respiratórias crônicas, visando a melhora na habilidade de realização das atividades de vida diária, da qualidade de vida, da capacidade funcional de exercício, redução da ansiedade e da depressão, das crises respiratórias, da sensação de falta de ar, e da frequência e do tempo das internações hospitalares.

Pessoas que sofrem com falta de ar (dispneia) por asma, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), bronquite crônica e enfisema pulmonar, fibrose pulmonar, hipertensão pulmonar, fibrose cística, usuários de oxigênio domiciliar.

É um programa de exercícios que promove adaptações fisiológicas favoráveis à ação e à sensibilidade da insulina nos tecidos periféricos, principalmente o músculo esquelético.

Na avaliação, são coletados dados do histórico do paciente, tais como tabagismo (e outras drogas), sedentarismo, hábitos alimentares, doenças cardiovasculares, medicamentos e exames, e hábitos de vida.

Então, são avaliados os sinais vitais, como a frequência cardíaca, oxigenação do sangue e pressão arterial.

E testamos a força muscular de braços e pernas, a força muscular para respirar e a capacidade cardiorrespiratória. Na PULMOCORE, avaliamos o pico de fluxo expiratório, a pressão inspiratória máxima, a força de preensão palmar da mão dominante, a dinamometria do perna dominante, um teste de caminhada e/ou um teste de senta-e-levanta, e uma escala de percepção subjetiva de esforço.

Os pacientes que tiveram covid-19 podem apresentar vários comprometimentos como dispnéia, fraqueza muscular respiratória, sarcopenia periférica, intolerância aos esforços de vida diária e comprometimento da função pulmonar, na fase pós hospitalar. Prevenir sequelas, promover movimentos e tornar os pacientes funcionais, ou seja, que sejam capazes de retomar a sua rotina diária, são algumas das funções da reabilitação.

Em média, a duração é de 3 meses. Contudo, uma divisão rígida em fases temporais, pode não levar em consideração que existem pacientes mais graves, muito sintomáticos e debilitados, que permanecem por um prazo mais longo, pois continuam requerendo a supervisão direta dos exercícios físicos.

A reabilitação cardiovascular, tradicionalmente, é dividida em 4 fases temporais. A 1a. fase é intra-hospitalar. O nosso trabalho, aqui na PULMOCORE, entra em cena na fase 2 (após a alta hospitalar) e a duração média é de 3 meses. A fase 3 costuma ter duração de 3 a 6 meses, e a fase 4 (semi-supervisionada) tem duração de 1 ano.

A reabilitação cardiorrespiratória é uma ferramenta de baixo custo para a melhora da qualidade de vida e do status funcional do idoso, contribuindo para melhora das doenças crônicas cardíacas e pulmonares, dos níveis pressóricos, de glicose e de colesterol, reduzindo o cansaço e o risco de queda e de internações hospitalares, e ajudando nos aspectos cognitivos.

Existem evidências científicas de que os pacientes oncológicos que fazem exercícios físicos têm liberação de endorfina e de serotonina, e que reduzem a fadiga oncológica. O foco da reabilitação é preservar e restaurar a funcionalidade e os movimentos, prevenir e tratar distúrbios causados pelo tratamento do câncer em si, de acordo com as necessidades do paciente em cada estágio da doença.

Horário de Funcionamento:
Segunda à Sexta - 08h às 17h30

Localização:
R. Bento Gonçalves, 2310. Ed. Lincon Center, sala 112 - Centro, Novo Hamburgo.

Contatos:
ricardo.frezza@pulmocore.com.br
luiz.felipe@pulmocore.com.br